quarta-feira, 13 de julho de 2011

Faculdade Privada ou Federal?


Qualidade do ensino superior privado e federal


É fato que no Brasil poucos têm acesso ao nível superior e os que conseguem estudar nas universidades, ficam com dúvida sobre a credibilidade da instituição no âmbito empregatício. Quais são os pontos positivos e negativos das universidades privadas e federais?
Sabendo-se que há o conceito popular de que a faculdade particular é subjugada por representantes de empresas e fábricas, aquela adotou a estratégia de formar grupos nacionais e até internacionais para melhorar a qualidade de ensino nas referentes unidades e viabilizar várias vantagens para os alunos; como intercâmbio, grupos de pesquisa,... Entretanto, é notório que a cobrança mensal dos períodos sobre o curso exercido e também sobre os materiais didáticos acabam formando um tipo de exclusão social; esta situação é amenizada com os processos seletivos que oferecem bolsas integrais e parciais financiadas muitas vezes pelo governo.
Existe ainda, a idéia de que a universidade federal tem um vestibular confiável, imparcial, que esta também agrupa os estudantes mais compromissados com o sucesso profissional. Contudo, o corpo docente enfrenta dificuldades – referente à estrutura física de cada curso – lecionando em auditórios e anfiteatros com mais de quatrocentos (400) alunos, impedindo assim, a aprendizagem dos mesmos. Além disso, as greves promovidas pelas diferentes categorias que atuam no campus são outros impedimentos que a instituição enfrenta no decorrer dos anos para melhorar sua qualidade de ensino.
Por isso, pode-se afirmar que é uma idéia prematura, supor que a universidade privada  é menos conceituada que a federal e vice-versa: deve-se procurar – por parte dos empregadores – não a melhor instituição de ensino, e sim, os estudantes mais empenhados e interessados em desenvolver-se profissionalmente.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

O desavio da Habitação em Natal RN


O planejamento habitacional como meio para a cidade desenvolvida


Está claro, na atual administração do município de Natal RN, que há certa preocupação em reabitar cidadãos que estão residindo em locais impróprios para: desfrutar dos direitos básicos assegurados pela constituição (como: segurança, saúde, lazer,...). Estes espaços são geralmente tomados por pessoas de baixas condições financeiras; Qual é a proposta para solucionar este problema atualmente? Esta é eficaz?
Sabe-se que o programa de habitação exercido pela prefeitura do Natal - que tem retirado famílias de favelas reconhecidas oficialmente pelo município e as amparadas em novas casas financiadas pela Caixa Econômica Federal – é uma medida embrionária já em fase de ação que visa, por primeira análise, acabar com a violência comunitária e proporcionar uma melhor qualidade de vida para estes habitantes. No entanto, existe ainda o interesse político em estabelecer uma visão confortável para aqueles que visitam a cidade se mobilizando por entre as principais rodovias de todas as zonas do município tirando a eficácia do mesmo.
Além disso, não se deve vender a idéia de uma capital livre dos problemas sociais quando somente os esconde; as pessoas remanejadas precisam, inclusive, da assistência social para se qualificarem profissionalmente e terem capacidade de competir a uma vaga de emprego na região onde foram direcionadas. E o atual gestor público - substituto da prefeita Micarla de Sousa (PV) por 15 dias – ilustríssimo senhor Paulinho Freire (PP) apresenta algum projeto que vise a adaptação destes cidadãos necessitados? Se tiver, qual é a perspectiva para que se solucione a incapacitação profissional destes indivíduos?
Por isso, é necessário que haja um planejamento habitacional que não somente trate da cidade como uma região funcional, mas que possua por fim qualidade de vida para sua população, que a resguarde da pobreza, violência, fome dentre outros problemas que são omitidos freqüentemente por falsos representantes públicos, pois política é, acima de tudo, a arte e a ciência de bem governar.