O planejamento habitacional como meio para a cidade desenvolvida
Está claro, na atual administração do município de Natal RN, que há certa preocupação em reabitar cidadãos que estão residindo em locais impróprios para: desfrutar dos direitos básicos assegurados pela constituição (como: segurança, saúde, lazer,...). Estes espaços são geralmente tomados por pessoas de baixas condições financeiras; Qual é a proposta para solucionar este problema atualmente? Esta é eficaz?
Sabe-se que o programa de habitação exercido pela prefeitura do Natal - que tem retirado famílias de favelas reconhecidas oficialmente pelo município e as amparadas em novas casas financiadas pela Caixa Econômica Federal – é uma medida embrionária já em fase de ação que visa, por primeira análise, acabar com a violência comunitária e proporcionar uma melhor qualidade de vida para estes habitantes. No entanto, existe ainda o interesse político em estabelecer uma visão confortável para aqueles que visitam a cidade se mobilizando por entre as principais rodovias de todas as zonas do município tirando a eficácia do mesmo.
Além disso, não se deve vender a idéia de uma capital livre dos problemas sociais quando somente os esconde; as pessoas remanejadas precisam, inclusive, da assistência social para se qualificarem profissionalmente e terem capacidade de competir a uma vaga de emprego na região onde foram direcionadas. E o atual gestor público - substituto da prefeita Micarla de Sousa (PV) por 15 dias – ilustríssimo senhor Paulinho Freire (PP) apresenta algum projeto que vise a adaptação destes cidadãos necessitados? Se tiver, qual é a perspectiva para que se solucione a incapacitação profissional destes indivíduos?
Por isso, é necessário que haja um planejamento habitacional que não somente trate da cidade como uma região funcional, mas que possua por fim qualidade de vida para sua população, que a resguarde da pobreza, violência, fome dentre outros problemas que são omitidos freqüentemente por falsos representantes públicos, pois política é, acima de tudo, a arte e a ciência de bem governar.

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